Este projeto teve como objetivo a conscientização dos alunos-pacientes da Classe Hospitalar Jesus sobre a importância da Doação de Sangue. Atividades como a visitação ao Banco de Sangue do Hospital Municipal Jesus, análise sobre os tipos de sangue e as correlações necessárias para ser receptor ou doador de sangue fizeram parte da interlocução entre professor /aluno/enfermagem, no processo de aprendizagem. Algumas produções de conhecimento resultantes das ações e mediações do processo de aprendizagem foram entregues aos alunos-pacientes e outras fizeram parte de um "mural social" da escola, no hall das enfermarias. A proposta de uso do "mural social" tem um cunho socio-cultural porque viabiliza a socialização do conhecimento com os demais segmentos da comunidade hospitalar.
Páginas
“Todos os seres humanos tem direito de que respeitem sua vida, e só existe respeito quando a vida além de ser mantida, pode ser vivida com dignidade”.
Dalmo Dallari
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
GANHAMOS A MEDALHA PEDRO ERNESTO

A Medalha de Mérito Pedro Ernesto é a mais importante comenda do município do Rio de Janeiro, entregue pela Câmara Municipal àqueles que mais se destacam na comunidade brasileira. Foi criada em 1980, em homenagem ao médico pernambucano Pedro Ernesto Batista (1884-1942), que iniciou sua trajetória política nos primeiros anos da década de 1920, quando tomou parte dos movimentos de oposição ao Governo Federal levados a cabo pela jovem oficialidade revolucionária do Exército.
No início de 1933, Pedro Ernesto participou da fundação do Partido Autonomista do Distrito Federal, cujo principal ponto programático era a luta pela autonomia política da cidade do Rio de Janeiro, a capital da República. Sob sua liderança, o Partido Autonomista venceu as eleições para a Assembléia Nacional Constituinte, na qual suas teses foram aprovadas. No ano seguinte, o partido obteria também uma ampla vitória nas eleições para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro, elegendo a maior bancada daquela Casa. Os vereadores autonomistas elegeram, então, Pedro Ernesto prefeito do Rio de Janeiro, tornando-se o primeiro governante eleito da história da cidade, ainda que de forma indireta.
Sua administração foi marcada por realizações no campo da Saúde e da Educação, com a ajuda de Anísio Teixeira, signatário do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932). Foi preso em 1936, sob acusação de participar do levante comunista no Rio de Janeiro, sendo substituído interinamente pelo Cônego Olímpio de Melo.
Pedro Ernesto tanto fez pela cidade do Rio de Janeiro que foi homenageado com nome de rua, escola, hospital, medalha e, inclusive, batizou o edifício sede do Legislativo Municipal, o Palácio Pedro Ernesto.
A indicação da pessoa escolhida para receber a comenda é feita através de um requerimento do vereador, votado em Plenário. Cada parlamentar pode conceder até cinco medalhas por ano
domingo, 17 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
CLASSE HOSPITALAR JESUS COMPLETA 60 ANOS - JORNAL EXTRA - 19/09/2010
Educação no hospital
Enviado por Letícia Vieira
O período de internação das crianças no Hospital Municipal Jesus, em Vila Isabel, tem sido menos doloroso. Graças ao trabalho de professores da Classe Hospitalar Jesus, os pequenos pacientes ganham a companhia de livros, brinquedos e ainda podem relembrar o conteúdo que estavam aprendendo nas escolas regulares.
As aulas são dadas por professoras da Secretaria municipal de Educação numa sala de aula ou nos leitos da enfermaria do hospital, em dois turnos. Em parceria com profissionais de saúde, o apoio pedagógico é oferecido de acordo com a necessidade de cada estudante.
— Quando a criança chega à enfermaria, explico o trabalho. Faço contato com a equipe de saúde para saber se a criança pode ser atendida na sala ou no leito. O segundo passo é saber a escola de origem, conhecer o que a criança aprendeu e em que matérias ela tem dificuldade — explica a coordenadora da Classe Hospitalar, Elizabeth Ramos.
Com ares de escola
Completando 60 anos de trabalho e com o apoio de doações, a Classe Hospitalar deixou de ser fruto do esforço de uma professora, como começou, e ganhou ares de escola. Além de duas salas de aula para alunos do 1 ao 9 anos e da educação infantil, existe um pátio, parquinho, brinquedoteca e biblioteca.
O trabalho pedagógico é organizado em temas abordados a cada mês. Assuntos como a Copa do Mundo e a Semana Nacional de Trânsito são explorados com conteúdos de português, matemática, entre outras disciplinas.
— O hospital favorece o aprendizado das crianças, para que, quando elas voltarem a sua escola, não tenham perdas — afirmou a diretora do Instituto Helena Antipoff, Kátia Nunes, órgão ao qual os professores estão vinculados.
Para as crianças, é uma surpresa poder estudar enquanto cuidam da saúde.
— Eu estudava, quando estava lá fora (do hospital). É bom ter aula, porque não vou perder nada — afirma Milena Farias Pereira, de 9 anos, que trata de uma febre reumática que provoca paralisia.
A professora Karla Bastos está desenvolvendo com Yuri Lázaro, de 9 anos, que tem paralisia cerebral, uma forma de comunicação através de pranchas coloridas.
— Ele se identificou com a professora. O trabalho chama a atenção dele — contou a mãe de Yuri, Kelly Lopes.
Para a pediatra Elizabeth Parente, a Classe gera inclusão e ajuda no tratamento:
— Um hospital humanizado acelera a cura.
Enviado por Letícia Vieira
Classe Hospitalar Jesus completa 60 anos no atendimento a crianças
O período de internação das crianças no Hospital Municipal Jesus, em Vila Isabel, tem sido menos doloroso. Graças ao trabalho de professores da Classe Hospitalar Jesus, os pequenos pacientes ganham a companhia de livros, brinquedos e ainda podem relembrar o conteúdo que estavam aprendendo nas escolas regulares. As aulas são dadas por professoras da Secretaria municipal de Educação numa sala de aula ou nos leitos da enfermaria do hospital, em dois turnos. Em parceria com profissionais de saúde, o apoio pedagógico é oferecido de acordo com a necessidade de cada estudante.
— Quando a criança chega à enfermaria, explico o trabalho. Faço contato com a equipe de saúde para saber se a criança pode ser atendida na sala ou no leito. O segundo passo é saber a escola de origem, conhecer o que a criança aprendeu e em que matérias ela tem dificuldade — explica a coordenadora da Classe Hospitalar, Elizabeth Ramos.
Com ares de escola
Completando 60 anos de trabalho e com o apoio de doações, a Classe Hospitalar deixou de ser fruto do esforço de uma professora, como começou, e ganhou ares de escola. Além de duas salas de aula para alunos do 1 ao 9 anos e da educação infantil, existe um pátio, parquinho, brinquedoteca e biblioteca.
O trabalho pedagógico é organizado em temas abordados a cada mês. Assuntos como a Copa do Mundo e a Semana Nacional de Trânsito são explorados com conteúdos de português, matemática, entre outras disciplinas.
— O hospital favorece o aprendizado das crianças, para que, quando elas voltarem a sua escola, não tenham perdas — afirmou a diretora do Instituto Helena Antipoff, Kátia Nunes, órgão ao qual os professores estão vinculados.
Para as crianças, é uma surpresa poder estudar enquanto cuidam da saúde.— Eu estudava, quando estava lá fora (do hospital). É bom ter aula, porque não vou perder nada — afirma Milena Farias Pereira, de 9 anos, que trata de uma febre reumática que provoca paralisia.
A professora Karla Bastos está desenvolvendo com Yuri Lázaro, de 9 anos, que tem paralisia cerebral, uma forma de comunicação através de pranchas coloridas.
— Ele se identificou com a professora. O trabalho chama a atenção dele — contou a mãe de Yuri, Kelly Lopes.
Para a pediatra Elizabeth Parente, a Classe gera inclusão e ajuda no tratamento:
— Um hospital humanizado acelera a cura.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
60º ANIVERSÁRIO DA CLASSE HOSPITALAR
De hoje, 1 de julho de 2010, até o dia 10 de agosto estarão abertas as inscrições para o evento comemorativo dos 60 anos da Classe Hospitalar Jesus.
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As inscrições serão feitas aqui no blog, na parte COMENTÁRIOS desta postagem, preenchendo com seu nome completo, e-mail, cidade, formação, atividade que exerce entre outros.
O Evento acontecerá no Auditório do Centro de Estudos do Hospital Jesus
80 vagas
Rua 8 de Dezembro, 717 - 6º andar
Vila Isabel - Rio de Janeiro
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Caso você esteja tendo dificuldades em fazer sua inscrição por aqui envie e-mail com seus dados para classehospitalarjesus@gmail.com
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O Hospital não dispõe de estacionamento para visitantes.
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As inscrições serão feitas aqui no blog, na parte COMENTÁRIOS desta postagem, preenchendo com seu nome completo, e-mail, cidade, formação, atividade que exerce entre outros.
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Assim que sua inscrição for confirmada seu nome aparecerá na lista de INSCRITOS na barra lateral.O Evento acontecerá no Auditório do Centro de Estudos do Hospital Jesus
80 vagas
Rua 8 de Dezembro, 717 - 6º andar
Vila Isabel - Rio de Janeiro
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Caso você esteja tendo dificuldades em fazer sua inscrição por aqui envie e-mail com seus dados para classehospitalarjesus@gmail.com
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O Hospital não dispõe de estacionamento para visitantes.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
CLASSE HOSPITALAR JESUS ESTÁ FAZENDO ANIVERSÁRIO
No dia 14 de agosto a Classe Hospitalar Jesus fará 60 anos.
10:30 - Palestra
"Classe Hospitalar Jesus: Um Lugar de Inclusão e Humanização".
11:00 - Debate
11:30 - Visita a Classe Hospitalar Jesus
12:00 - Almoço
13:30 - Palestra
"Inclusão e Cultura Institucional"
14:00 - Debate
14:30 - Mesa: "Vivências e Práticas Institucionais Inclusivas".
16:00 - Encerramento
Vagas limitadas
Inscrições aqui no blog de 1º a 20 de julho.
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E como acontece todos os anos, faremos um evento para comemorar a data.
Este ano será dia 31 de agosto.
Segue abaixo a programação para o dia.
Data: 31 de agosto de 2010.
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EVENTO
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EVENTO
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CLASSE HOSPITALAR JESUS: INCLUINDO HÁ 60 ANOS.
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9:00 - Abertura
9:30 - Mesa: " Classe Hospitalar numa Perspectiva Inclusiva".10:30 - Palestra
"Classe Hospitalar Jesus: Um Lugar de Inclusão e Humanização".
11:00 - Debate
11:30 - Visita a Classe Hospitalar Jesus
12:00 - Almoço
13:30 - Palestra
"Inclusão e Cultura Institucional"
14:00 - Debate
14:30 - Mesa: "Vivências e Práticas Institucionais Inclusivas".
16:00 - Encerramento
Vagas limitadas
Inscrições aqui no blog de 1º a 20 de julho.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
TODOS SÃO BEM-VINDOS À ESCOLA!
Aos alunos com deficiência e transtorno global do desenvolvimento na rede municipal de ensino: vamos dar as boas-vindas!
Os responsáveis pelas crianças com deficiência ou transtorno global do desenvolvimento iniciam o ano letivo com muitas inseguranças e, por isso, necessitam de boas-vindas, atenção, apoio e conforto.
Criar filhos não é uma tarefa fácil e quando se trata de crianças com deficiência ou TGD, os medos, as dúvidas e as incertezas passam a ter uma dimensão bem maior. São alunos das nossas escolas que necessitam de tratamento igual, reconhecimento das diferenças e atendimento às suas especificidades; e isso é um desafio para mães, pais, professores e – principalmente - para os próprios alunos, os quais, antes de tudo, precisam de uma boa acolhida.
Saber-se bem-vindo é o primeiro passo, momento em que a criança se sente querida, acolhida e importante, como parte essencial para a sua existência e bem estar no espaço escolar. Passando a pertencer à sociedade, começa a se construir como cidadão, independente da sua condição. Na escola convive com alunos com e sem deficiência, sabe que pode e vai aprender, que fará amigos, que existe e cresce com eles.
Assim que o aluno é matriculado, a escola deve iniciar a articulação com a educação especial, para que cumpra o seu papel dando suporte ao professor da turma regular. Afinal é na sala de aula que o aluno deve aprender o português e a matemática, assim como é durante o atendimento educacional especializado que trabalhará especificidades, dando ênfase às suas habilidades e desenvolvendo o que necessita para aprender em igualdade de condições e de acordo com as suas possibilidades. Esse processo é coletivo e acontece com maior sucesso quando todos os agentes executam bem as suas tarefas, sendo ingrediente necessário a certeza de que o lugar do aluno é realmente na mesma sala de aula, onde estudam alunos de diferentes culturas, características e condições.
Tudo é diferente e igual, o que muda mesmo é a necessidade do desenho universal, perpassando as adaptações pedagógicas, muitas vezes necessárias para a obtenção de um bom resultado.
Acessibilidade é um requisito que não inclui apenas a arquitetura, mas todas as barreiras que precisam ser transpostas para que a inclusão educacional aconteça com qualidade:
- acessibilidade na comunicação, com o uso de comunicação alternativa;
- acessibilidade através do desenho universal;
- acessibilidade proporcionada nas adaptações pedagógicas sobre o currículo oferecido para todos;
- acessibilidade de todas as formas: braile, LIBRAS, tecnologias assistivas, computador, e muitos outros recursos para que os alunos com deficiência aprendam. Pois é para isto que vão à escola, para aprender português, matemática, ciências e entre outras matérias, aprender a vida; construindo-se a cada dia, conhecendo e se reconhecendo como ser humano que de fato pertence.
- acessibilidade na comunicação, com o uso de comunicação alternativa;
- acessibilidade através do desenho universal;
- acessibilidade proporcionada nas adaptações pedagógicas sobre o currículo oferecido para todos;
- acessibilidade de todas as formas: braile, LIBRAS, tecnologias assistivas, computador, e muitos outros recursos para que os alunos com deficiência aprendam. Pois é para isto que vão à escola, para aprender português, matemática, ciências e entre outras matérias, aprender a vida; construindo-se a cada dia, conhecendo e se reconhecendo como ser humano que de fato pertence.
Recursos para a promoção da educação inclusiva, articulação intersetorial, formação continuada de professores, acesso à escola e ao atendimento educacional especializado no contraturno: tudo isso é muito importante. Mas antes de tudo, o importante é acreditar no potencial único de cada aluno com deficiência e transtorno global do desenvolvimento e recebê-los de braços abertos, com a certeza de que a escola de fato e de direito é de todos e de cada um.
O Instituto Helena Antipoff da Secretaria Municipal de Educação está aberto e à disposição de coordenadores, diretores e professores da rede municipal de ensino.
Sabemos que a educação inclusiva é possível e queremos com vocês avançar ainda mais nessa direção.
Sabemos que a educação inclusiva é possível e queremos com vocês avançar ainda mais nessa direção.
Obrigada pela atenção,
Por Claudia Grabois - Diretora do IHA-SME
Contato: (21)25696806
Contato: (21)25696806
Twitter: @ClaudiaGrabois
quinta-feira, 18 de março de 2010
Classe Hospitalar Jesus
A Classe Hospitalar Jesus foi implantada em 1950 e há 60 anos funciona, ininterruptamente, sendo referência nacional nesta modalidade de atendimento da educação especial. Sua existência surgiu a partir de um convênio entre a Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Municipal de Educação.
Os atendimentos ocorrem em salas de aula e nos leitos, nos segmentos de educação infantil e ensino fundamental, sendo elegíveis crianças e adolescentes hospitalizados, na faixa dos 3meses a 12 anos de idade. Cumpre-se a Resolução Nº41 , de 1995, que garante o direito da criança e do adolescente hospitalizado de desfrutar de orientação e acompanhamento pedagógico durante a sua permanência hospitalar.
A escola funciona de segunda a sexta-feira, com professores concursados e pertencentes ao quadro da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Os atendimentos realizados são registrados em documentos específicos (relação nominal, relatórios...). Também viabiliza a interlocução entre a unidade e a escola de origem do escolar hospitalizado favorecendo o seu reingresso; além de providenciar o encaminhamento de crianças, sem atendimento educacional, para espaços formais de educação, quando da sua alta.
Em 2004, foi implantada a brinquedoteca ocupando o pátio de recreação do hospital com jogos e brinquedos diversos, no turno da manhã. Este atendimento foi aprovado pela direção do Hospital Municipal Jesus e fundamentado pedagógicamente, destacando a importância do brincar para o desenvolvimento infantil. No dia 25 de março de 2005, foi assinada uma Lei 11.104, que garante através da obrigatoriedade, brinquedotecas nas unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico.
No ano de 2009 foi introduzido o Projeto “Aluno Leitor, Autor”, ecomo proposta para incentivar a leitura e autoria de produções na comunidade hospitalar. Toda criança ou adolescente, hospitalizado passou a ter acesso ao acervo de livros assim como seu acompanhante. Hoje, ele exerce um papel importante no contexto hospitalar e assumiu uma nova proposta “Uma Escola de Leitores”.
Para o ano de 2010 a Classe Hospitalar elaborou o Projeto Político Pedagógico “Postais de Aprendizagem: Passado e Presente” que se desdobrará em subprojetos educacionais significativos para o aluno. Perpassará pela prática educacional um trabalho temporal traçando um paralelo histórico-cultural sobre seis décadas de existência da Classe Hospitalar Jesus.
.
E-mail: chjesus@rio.rj.gov.br
Blog: classehospitalarjesus.blogspot.com
Os atendimentos ocorrem em salas de aula e nos leitos, nos segmentos de educação infantil e ensino fundamental, sendo elegíveis crianças e adolescentes hospitalizados, na faixa dos 3meses a 12 anos de idade. Cumpre-se a Resolução Nº41 , de 1995, que garante o direito da criança e do adolescente hospitalizado de desfrutar de orientação e acompanhamento pedagógico durante a sua permanência hospitalar.
A escola funciona de segunda a sexta-feira, com professores concursados e pertencentes ao quadro da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Os atendimentos realizados são registrados em documentos específicos (relação nominal, relatórios...). Também viabiliza a interlocução entre a unidade e a escola de origem do escolar hospitalizado favorecendo o seu reingresso; além de providenciar o encaminhamento de crianças, sem atendimento educacional, para espaços formais de educação, quando da sua alta.
Em 2004, foi implantada a brinquedoteca ocupando o pátio de recreação do hospital com jogos e brinquedos diversos, no turno da manhã. Este atendimento foi aprovado pela direção do Hospital Municipal Jesus e fundamentado pedagógicamente, destacando a importância do brincar para o desenvolvimento infantil. No dia 25 de março de 2005, foi assinada uma Lei 11.104, que garante através da obrigatoriedade, brinquedotecas nas unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico.
No ano de 2009 foi introduzido o Projeto “Aluno Leitor, Autor”, ecomo proposta para incentivar a leitura e autoria de produções na comunidade hospitalar. Toda criança ou adolescente, hospitalizado passou a ter acesso ao acervo de livros assim como seu acompanhante. Hoje, ele exerce um papel importante no contexto hospitalar e assumiu uma nova proposta “Uma Escola de Leitores”.
Para o ano de 2010 a Classe Hospitalar elaborou o Projeto Político Pedagógico “Postais de Aprendizagem: Passado e Presente” que se desdobrará em subprojetos educacionais significativos para o aluno. Perpassará pela prática educacional um trabalho temporal traçando um paralelo histórico-cultural sobre seis décadas de existência da Classe Hospitalar Jesus.
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E-mail: chjesus@rio.rj.gov.br
Blog: classehospitalarjesus.blogspot.com
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